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O que é RunFlat?

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Ao conduzir em estradas de má qualidade, o risco de danificar os pneus duplica. Os buracos e as lombas, os pregos, os vidros partidos e as pedras afiadas, e mesmo a pressão insuficiente ou excessiva de ar no pneu podem provocar um furo. Infelizmente, nem sempre é possível substituir ou reparar a roda. Mas ao utilizar pneus RunFlat pode facilmente chegar a uma oficina. Neste artigo, vamos dizer-lhe tudo sobre estes pneus.

Porque motivo um pneu furado é perigoso

Um dano num pneu, em especial quando o carro se desloca a alta velocidade, pode resultar numa derrapagem, na perda de controlo, e ao tentar travar bruscamente, pode resultar mesmo num capotamento. Se o furo for pequeno e a pressão no interior do pneu for diminuindo gradualmente, o condutor pode nem notar. Neste caso não será difícil parar o carro já que a manobrabilidade é normalmente mantida a um nível satisfatório. Em caso de danos significantes, quando o ar sai rapidamente do pneu, deve agir com prontidão. para tal, necessita agarrar o volante com ambas as mãos, soltar o pedal do acelerador e gradualmente reduzir a velocidade até parar.

Ao utilizar pneus RunFlat, mesmo após a completa perda de pressão do ar, pode conduzir durante uma dist ncia relativamente longa - em média de 50 a 90 km. Frequentemente, isto é suficiente para chegar a uma oficina.

Estrutura dos pneus RunFlat

O desenvolvimento de pneus de rodagem sem pressão, que se tornaram o protótipo do moderno RunFlat, está em curso desde os anos 30. Em anos distintos, gigantes como a Michelin, Goodyear e Dunlop demonstraram a sua visão dos pneus resistentes a furos. Os primeiros pneus produzidos em massa com esta tecnologia foram os Total Mobility Tyres produzidos pela empresa inglesa Dunlop em 1973 e mais tarde designados Denovo. Foram disponibilizados como opção nos carros Rover P6 3500. Hoje em dia a maioria dos fabricantes produzem este tipo de pneus.

Os pneus deste tipo podem diferir em termos de estrutura. Cada fabricante utiliza a sua tecnologia proprietária na sua concepção. Por norma, a sua estrutura contempla um elemento reforçado que suporta a carga em caso de um furo. Actualmente, existem os seguintes tipos de pneus:

  • Com paredes laterais reforçadas. São os mais utilizados. Diferem dos pneus padrão pelas paredes laterais mais firmes e duráveis que suportam o peso do veículo, evitam que o reforço do pneu entre em contacto com a jante. No seu fabrico, é utilizado um composto especial resistente à temperatura que não perde as suas propriedades funcionais em virtude de um aumento de temperatura no decurso e pressão insuficiente do ar no pneu. Pode conduzir-se entre 50 a 90 km com estes pneus, dependendo do tipo de superfície da estrada e das condições atmosféricas-

  • Com um anel de apoio. A sua estrutura inclui um anel especial que assegura um apoio rígido ao longo da circunferência do pneu. Podem suportar cargas elevadas e podem ser utilizados sem limites de velocidade mesmo após um furo. Estes pneus permitem cobrir uma distância de até 320 km. Sendo caros são, consequentemente, menos utilizados.

Categorias dos pneus deste tipo pelos diversos fabricantes

  • DSST. Significa Dunlop Self Support System. Esta designação para os pneus de rodagem sem pressão, tal como o nome indica, foi escolhida pelo fabricante britânico Dunlop.
  • RFT. Abreviatura de RunFlat Tyres ou RunFlat Technology, que é utilizada pela Pirelli, BridgeStone, Firestone e Nokian.
  • RF. Acrónimo de RunFlat. É utilizado pela Yokohama, e por vezes pela Nokian.
  • ZPS or Zero Pressure System. Esta é a designação de algumas séries de pneus da Yokohama.
  • SSR. Significa Means Self Supporting RunFlat. Pode encontrar este acrónimo nos pneus da Continental.
  • CSR. Representa Conti Support Ring. Relevante nos pneus Continental.
  • ZP. Abreviatura de Zero Pressure. Este nome foi criado pela empresa Michelin.
  • ROF. Acrónimo de RunOnFlat. É desta forma que a Goodyear designa esta tecnologia.
  • EMT. Abreviatura para Extended Mobility Tyre. Outra designação da Goodyear.
  • SSS. Ou Self-Supporting Structure. Reservada para a série de pneus de rodagem sem pressão da BF Goodrich.
  • XRP. O nome da tecnologia é eXtended Runflat Performance. É utilizada pela Kumho.
  • TRF. Significa Toyo Run Flat. Pode ser encontrada na gama de pneus do fabricante japonês Toyo.

Uma alternativa aos pneus RunFlat

Os fabricantes estão a desenvolver e a implementar outras tecnologias concebidas para evitar consequências negativas de um furo na estrada. Entre estas inovações estão os pneus auto regeneráveis Selfseal desenvolvidos pela Michelin em 2015. Sob o seu piso, existe uma camada de um material polímero viscoso que em caso de um furo é derramado e solidifica, vedando desta forma o furo. Actualmente estão disponíveis solução semelhantes na gama de produtos da Uniroyal, Kumho e Continental.

Os pneus sem ar tornaram-se outra área tecnológica. Em vez de um tubo com ar, estes produtos contemplam raios de poliuretano ou com reforço de fibra de vidro. Absorvem as vibrações e apoiam o peso do veículo. Os protótipos dos pneus não pneumáticos podem ser encontrados em quase todos os fabricantes mais significativos. Mas estas tecnologias ainda necessitam de melhorias. A produção em massa destes pneus para carro foi levada a cabo pela Michelin que lançou o X Tweel.

Conclusão

Os pneus RunFlat são mais caros que os padrão. Mas recentemente estão a ser cada vez mais usados enquanto opção de origem em carros premium. Permitem que continue a conduzir após um furo. Juntamente com outras vantagens óbvias, têm também algumas desvantagens: rigidez excessiva, e desgaste acentuado. Mas num futuro próximo, os fabricantes prometem melhorar a tecnologia e lançar pneus de rodagem sem ar não inferiores aos habituais pneus, sejam quais forem os par metros analisados.

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